Nem precisava mais esta. Mas os resultados do Enem divulgados ontem expressam, mais uma vez, a situação ruim, para dizer o mínimo, em que se encontra o ensino médio no país. Urge tocar adiante a reforma desta fase da educação para que milhões de jovens brasileiros não se transformem em mais uma geração perdida.
Os resultados publicados ontem referem-se às provas do ano passado, feitas por 1,2 milhão de alunos de quase 15 mil escolas em todo o país. A participação no Enem, que serve como exame de seleção para a maior parte das faculdades brasileiras, é maciça entre as escolas privadas (77% do total tiveram notas divulgadas) e bem mais rarefeita entre as públicas (40%).
Infelizmente, tudo que já está muito ruim pode piorar um pouco mais. Em três das cinco áreas do Enem, as notas do ano passado caíram em relação a 2014: matemática (-1,2%), linguagens (-1,4%) e ciências da natureza (-1,8%). Em compensação, as pontuações de ciências humanas e redação cresceram 1,6% e 10,6%, respectivamente. A média geral oscilou de 506 para 503.
Em matemática, de 2011 a 2015 todas as unidades da federação pioraram suas notas, segundo levantamento do Instituto Alfa e Beto citado pelo jornal O Estado de S. Paulo. Em compensação, só um estado, o Rio, não viu sua nota média global aumentar no mesmo período.
O Enem mostra, mais uma vez, o fosso existente entre o ensino privado e o público. De cada dez escolas mantidas pelo Estado, nove não atingiram a média nacional. No caso das particulares, a proporção é bem mais benigna: menos de duas (exatos 17%) ficaram abaixo da nota média do país, um sofrível 5,16 no cômputo geral, de acordo com a Folha de S.Paulo. Das mil melhor colocadas, somente 49 são públicas, informa O Globo.
A desigualdade também se expressa no fato de que 90% das 200 escolas com maior pontuação são de níveis socioeconômicos alto e muito alto. O intervalo entre as notas médias das escolas mais ricas e das mais pobres quase dobrou de 2014 para 2015. No entanto, há algo comum a ambas as redes: mais da metade das escolas tanto públicas quanto privadas viu suas notas globais caírem em relação a 2014.
Além da baixa qualidade do que é ensinado e aprendido por nossos jovens, o Enem não deixa margem a dúvidas sobre a imensa desigualdade de oportunidades que nosso sistema educacional reproduz há décadas. O quadro geral é ruim, mas o abismo entre alunos pobres e ricos é ainda mais dramático.
Neste sentido, a reforma do ensino médio em tramitação no Congresso ganha ainda mais urgência e relevância. Infelizmente, grupos corporativos já se insurgiram contra as mudanças e podem travar o andamento mais célere - o ritmo que a deplorável situação atual efetivamente demanda - que o governo busca dar à matéria por meio de medida provisória.
Ontem o Ministério da Educação admitiu que as mudanças no ensino médio podem ficar para 2019, em razão da necessidade de também serem definidas as bases nacionais curriculares comuns. Se é para o bem da necessária melhoria da qualidade da educação hoje ofertada aos jovens brasileiros, vá lá. Mas há uma geração inteira de meninos e meninas que não têm mais nenhum tempo a perder.
quinta-feira, 6 de outubro de 2016
quarta-feira, 5 de outubro de 2016
O lusco-fusco da estrela
A outra face da moeda da vitória consagradora obtida pelo PSDB nas eleições do último domingo foi a acachapante derrocada do PT. O eleitorado puniu à altura o partido que promoveu o maior escândalo de corrupção da história do país e levou a economia brasileira à sua pior crise. Não tinha como ser diferente: o povo não é bobo.
O PT encolheu em todas as medidas: número de prefeituras, população governada, orçamento administrado, votos recebidos, vereadores eleitos. Tornou-se, assim, um partido de porte apenas médio, em meio à miscelânea de legendas que avultam no espectro político-partidário brasileiro - em termos de governos locais, menor que siglas como PR e PTB, entre outras.
De 638 prefeitos eleitos em 2012, os petistas agora só estarão à frente de 256 cidades. Entre capitais e municípios de maior porte, somente uma vitória: Rio Branco (AC). Há ainda uma capital e mais seis municípios com mais de 200 mil eleitores em disputa em 30 de outubro. No domingo, apenas 6,8 milhões de votos foram dados ao PT, tornando-o apenas o quinto da lista neste quesito, liderada pelo PSDB.
Enquanto o PT viu o total de municípios sob sua gestão cair 60%, o PSDB aumentou o número de cidades governadas em 14%, a maior marca entre os maiores partidos, e administrará pelo menos 793 cidades. Neste grupo, só o PSD, com alta de 7,6%, e o PMDB, com variação, porém, quase nula (+0,6%), aumentaram de tamanho.
A população de cidades governadas pelo PT cairá 84% a partir de 1° de janeiro de 2017, segundo dados da Folha de S.Paulo. Serão apenas 6 milhões de brasileiros, ante 38 milhões resultantes da eleição de 2012. O orçamento público sob administração petista também minguará para R$ 15,8 bilhões, queda de 86% – sempre considerando apenas os resultados de primeiro turno.
O PT volta agora ao tamanho que tinha na eleição de 2004, quando acabara de ascender ao poder central. A paúra do PT em relação ao rechaço sofrido do eleitorado brasileiro neste domingo já faz os petistas pensarem em se reinventar formando federações partidárias, alinhadas a legendas esquerdistas quase nanicas como o PSOL, o PDT e o PCdoB.
Apaga-se também a luz que Luiz Inácio Lula da Silva ainda imaginava carregar. Nem todo seu esforço e arrogância foram capazes de ressuscitar Fernando Haddad na capital paulista ou manter o chamado, e superado, “cinturão vermelho” na Grande São Paulo. Nem seu filho Lula conseguiu eleger como vereador em São Bernardo do Campo... Um deplorável ocaso político. Já Dilma Rousseff só serviu para afundar ainda mais os candidatos que apoiou.
Nestas eleições, os brasileiros deixaram clara a repulsa pelo modo petista de governar e deram seu voto de esperança em uma nova forma de fazer política. Também chancelaram, de uma vez por todas, a legalidade do processo político que o país viveu nos últimos meses, a despeito da gritaria de uma minoria que acusava golpe. Golpe, de morte, quem sofreu foi o PT no domingo.
O PT encolheu em todas as medidas: número de prefeituras, população governada, orçamento administrado, votos recebidos, vereadores eleitos. Tornou-se, assim, um partido de porte apenas médio, em meio à miscelânea de legendas que avultam no espectro político-partidário brasileiro - em termos de governos locais, menor que siglas como PR e PTB, entre outras.
De 638 prefeitos eleitos em 2012, os petistas agora só estarão à frente de 256 cidades. Entre capitais e municípios de maior porte, somente uma vitória: Rio Branco (AC). Há ainda uma capital e mais seis municípios com mais de 200 mil eleitores em disputa em 30 de outubro. No domingo, apenas 6,8 milhões de votos foram dados ao PT, tornando-o apenas o quinto da lista neste quesito, liderada pelo PSDB.
Enquanto o PT viu o total de municípios sob sua gestão cair 60%, o PSDB aumentou o número de cidades governadas em 14%, a maior marca entre os maiores partidos, e administrará pelo menos 793 cidades. Neste grupo, só o PSD, com alta de 7,6%, e o PMDB, com variação, porém, quase nula (+0,6%), aumentaram de tamanho.
A população de cidades governadas pelo PT cairá 84% a partir de 1° de janeiro de 2017, segundo dados da Folha de S.Paulo. Serão apenas 6 milhões de brasileiros, ante 38 milhões resultantes da eleição de 2012. O orçamento público sob administração petista também minguará para R$ 15,8 bilhões, queda de 86% – sempre considerando apenas os resultados de primeiro turno.
O PT volta agora ao tamanho que tinha na eleição de 2004, quando acabara de ascender ao poder central. A paúra do PT em relação ao rechaço sofrido do eleitorado brasileiro neste domingo já faz os petistas pensarem em se reinventar formando federações partidárias, alinhadas a legendas esquerdistas quase nanicas como o PSOL, o PDT e o PCdoB.
Apaga-se também a luz que Luiz Inácio Lula da Silva ainda imaginava carregar. Nem todo seu esforço e arrogância foram capazes de ressuscitar Fernando Haddad na capital paulista ou manter o chamado, e superado, “cinturão vermelho” na Grande São Paulo. Nem seu filho Lula conseguiu eleger como vereador em São Bernardo do Campo... Um deplorável ocaso político. Já Dilma Rousseff só serviu para afundar ainda mais os candidatos que apoiou.
Nestas eleições, os brasileiros deixaram clara a repulsa pelo modo petista de governar e deram seu voto de esperança em uma nova forma de fazer política. Também chancelaram, de uma vez por todas, a legalidade do processo político que o país viveu nos últimos meses, a despeito da gritaria de uma minoria que acusava golpe. Golpe, de morte, quem sofreu foi o PT no domingo.
terça-feira, 4 de outubro de 2016
A onda azul
O PSDB foi o grande vencedor das eleições realizadas neste domingo. Os eleitores deram indicação clara de que querem ver o país num novo rumo, em que os governos sejam pautados pela eficiência, pela ética e orientados para o interesse público. O Brasil está agora, definitivamente, começando a mudar.
Foram 792 prefeituras conquistadas em todo o país em primeiro turno. Com os resultados já definitivos, o PSDB amplia em 13,8% o total de municípios governados pelo partido, ante os 695 de quatro anos atrás. Os tucanos ainda disputarão mais 19 prefeituras em segundo turno, no próximo dia 30.
Os resultados deste domingo colocam o PSDB como a segunda maior força partidária em termos de número de governos municipais, atrás apenas do PMDB. No entanto, os tucanos lideram, com larga margem, em termos de população governada, em número de capitais e municípios de maior porte.
Ontem a vitória já veio em primeiro turno em duas capitais: São Paulo e Teresina. Na capital paulista, o feito é inédito desde que as eleições passaram a ser disputadas em duas rodadas: nunca antes o prefeito da maior cidade do país havia vencido no primeiro turno. João Dória obteve 3.085.187 votos, o equivalente a 53,3% dos válidos. Recorde histórico.
Já Firmino Filho foi reeleito e será prefeito de Teresina pela quarta vez, dando continuidade à sequência de governos tucanos que vem desde 1995 administrando a capital do Piauí. Ele obteve 51,1% dos votos válidos neste domingo.
Além destas duas vitórias, o PSDB disputará o segundo turno em mais oito capitais. Em seis delas, o candidato do partido terminou a primeira rodada na liderança: Belém, Belo Horizonte, Maceió, Manaus, Porto Alegre e Porto Velho. As outras duas são Campo Grande e Cuiabá. Ainda concorrerá em segundo turno em mais 11 municípios com mais de 200 mil eleitores.
Com os resultados já conhecidos e as possíveis novas vitórias em 30 de outubro, o PSDB alcançará seu melhor desempenho eleitoral desde o pleito de 2004. Firma-se, assim, como a principal força político-partidária para conseguir dar uma guinada no país, superando os anos da desestruturação legada pelo PT.
Mas o que parece mais evidente é que a força eleitoral que ontem se manifestou nas urnas apenas dá sequência ao desempenho do PSDB nas eleições presidenciais de 2014, quando Aécio Neves só foi derrotado por Dilma Rousseff em razão da manipulação decorrente do petrolão e das distorções que a corrupção petista gerou naquela disputa.
A onda azul que agora arrebentou com força em todo o país já vinha se anunciando há anos. Agora, é hora de mostrar à população a competência tucana nas gestões locais, consolidar as vitórias em segundo turno e preparar-se para reconquistar o governo federal daqui a dois anos, para garantir que o Brasil de fato mude para melhor.
Foram 792 prefeituras conquistadas em todo o país em primeiro turno. Com os resultados já definitivos, o PSDB amplia em 13,8% o total de municípios governados pelo partido, ante os 695 de quatro anos atrás. Os tucanos ainda disputarão mais 19 prefeituras em segundo turno, no próximo dia 30.
Os resultados deste domingo colocam o PSDB como a segunda maior força partidária em termos de número de governos municipais, atrás apenas do PMDB. No entanto, os tucanos lideram, com larga margem, em termos de população governada, em número de capitais e municípios de maior porte.
Ontem a vitória já veio em primeiro turno em duas capitais: São Paulo e Teresina. Na capital paulista, o feito é inédito desde que as eleições passaram a ser disputadas em duas rodadas: nunca antes o prefeito da maior cidade do país havia vencido no primeiro turno. João Dória obteve 3.085.187 votos, o equivalente a 53,3% dos válidos. Recorde histórico.
Já Firmino Filho foi reeleito e será prefeito de Teresina pela quarta vez, dando continuidade à sequência de governos tucanos que vem desde 1995 administrando a capital do Piauí. Ele obteve 51,1% dos votos válidos neste domingo.
Além destas duas vitórias, o PSDB disputará o segundo turno em mais oito capitais. Em seis delas, o candidato do partido terminou a primeira rodada na liderança: Belém, Belo Horizonte, Maceió, Manaus, Porto Alegre e Porto Velho. As outras duas são Campo Grande e Cuiabá. Ainda concorrerá em segundo turno em mais 11 municípios com mais de 200 mil eleitores.
Com os resultados já conhecidos e as possíveis novas vitórias em 30 de outubro, o PSDB alcançará seu melhor desempenho eleitoral desde o pleito de 2004. Firma-se, assim, como a principal força político-partidária para conseguir dar uma guinada no país, superando os anos da desestruturação legada pelo PT.
Mas o que parece mais evidente é que a força eleitoral que ontem se manifestou nas urnas apenas dá sequência ao desempenho do PSDB nas eleições presidenciais de 2014, quando Aécio Neves só foi derrotado por Dilma Rousseff em razão da manipulação decorrente do petrolão e das distorções que a corrupção petista gerou naquela disputa.
A onda azul que agora arrebentou com força em todo o país já vinha se anunciando há anos. Agora, é hora de mostrar à população a competência tucana nas gestões locais, consolidar as vitórias em segundo turno e preparar-se para reconquistar o governo federal daqui a dois anos, para garantir que o Brasil de fato mude para melhor.
sábado, 1 de outubro de 2016
A festa da democracia
No próximo domingo, os brasileiros têm um novo encontro com a democracia. Vamos às urnas escolher prefeitos e vereadores e renovar o compromisso com a cidadania. A cada eleição, o país se fortalece. Desta vez, a busca é pela reconstrução de caminhos que levem o Brasil a superar sua mais grave crise e para legar ao passado, de uma vez por todas, a má experiência petista.
A realização simultânea de eleições em 5.568 municípios é uma demonstração incomparável da força da nossa democracia. Pouco mais de um mês depois de ter encerrado um processo de impeachment presidencial, o país vai às urnas para decidir quem governará suas cidades, com amplíssimo leque de opções partidárias ou ideológicas. Há prova mais inconteste de normalidade e legalidade?
As eleições deste ano confirmam o primado da ficha limpa como o critério mais relevante na orientação dos eleitores na hora de escolher seus governantes. Trata-se de efeito direto da depuração pela qual o país vem passando depois de amargar o maior escândalo de corrupção da sua história. Chega de malfeitos, chega de roubalheira, diz o eleitor.
Também no topo da agenda dos brasileiros está o anseio por ver superada a crise econômica que produziu a maior recessão da nossa história. Gerar empregos tornou-se o principal compromisso que os eleitores cobram de qualquer candidato a prefeito e a vereador. O brasileiro quer ter trabalho para voltar a ter tranquilidade e prosperidade.
Neste sentido, os resultados divulgados nesta manhã pelo IBGE não trazem qualquer alento. A taxa de desemprego no país voltou a subir e atingiu 11,8% da população, batendo mais um recorde. Um ano atrás, o indicador estava em 8,7%. Isso significa aumento de mais 3,2 milhões de pessoas desocupadas no país em apenas um ano, alta de 37% no período.
No âmbito das políticas públicas, as eleições municipais também serviram para ressaltar a fragilidade do sistema público de saúde brasileiro e a premente necessidade de torná-lo mais eficiente para que atenda melhor a população. Trata-se, hoje, em qualquer pesquisa que tenha sido publicada, em qualquer local do país, a principal preocupação da população.
As pesquisas conhecidas até o momento indicam, com clareza, que o eleitor brasileiro quer aprofundar a mudança iniciada com o impeachment de Dilma Rousseff. Candidatos do PSDB chegam com fortes chances de vitória – ou seja, despontam na primeira ou na segunda colocação dos levantamentos – em pelo menos nove capitais.
No domingo, vamos dar mais um passo no rumo da reconstrução do país que queremos. Com o voto, reitera-se o mais sagrado direito do cidadão: o de escolher seus próprios destinos. Caberá aos eleitos honrar a confiança que os eleitores nele depositarem. A democracia se fortalece e se constrói todos os dias. Tudo para fazer um país melhor.
A realização simultânea de eleições em 5.568 municípios é uma demonstração incomparável da força da nossa democracia. Pouco mais de um mês depois de ter encerrado um processo de impeachment presidencial, o país vai às urnas para decidir quem governará suas cidades, com amplíssimo leque de opções partidárias ou ideológicas. Há prova mais inconteste de normalidade e legalidade?
As eleições deste ano confirmam o primado da ficha limpa como o critério mais relevante na orientação dos eleitores na hora de escolher seus governantes. Trata-se de efeito direto da depuração pela qual o país vem passando depois de amargar o maior escândalo de corrupção da sua história. Chega de malfeitos, chega de roubalheira, diz o eleitor.
Também no topo da agenda dos brasileiros está o anseio por ver superada a crise econômica que produziu a maior recessão da nossa história. Gerar empregos tornou-se o principal compromisso que os eleitores cobram de qualquer candidato a prefeito e a vereador. O brasileiro quer ter trabalho para voltar a ter tranquilidade e prosperidade.
Neste sentido, os resultados divulgados nesta manhã pelo IBGE não trazem qualquer alento. A taxa de desemprego no país voltou a subir e atingiu 11,8% da população, batendo mais um recorde. Um ano atrás, o indicador estava em 8,7%. Isso significa aumento de mais 3,2 milhões de pessoas desocupadas no país em apenas um ano, alta de 37% no período.
No âmbito das políticas públicas, as eleições municipais também serviram para ressaltar a fragilidade do sistema público de saúde brasileiro e a premente necessidade de torná-lo mais eficiente para que atenda melhor a população. Trata-se, hoje, em qualquer pesquisa que tenha sido publicada, em qualquer local do país, a principal preocupação da população.
As pesquisas conhecidas até o momento indicam, com clareza, que o eleitor brasileiro quer aprofundar a mudança iniciada com o impeachment de Dilma Rousseff. Candidatos do PSDB chegam com fortes chances de vitória – ou seja, despontam na primeira ou na segunda colocação dos levantamentos – em pelo menos nove capitais.
No domingo, vamos dar mais um passo no rumo da reconstrução do país que queremos. Com o voto, reitera-se o mais sagrado direito do cidadão: o de escolher seus próprios destinos. Caberá aos eleitos honrar a confiança que os eleitores nele depositarem. A democracia se fortalece e se constrói todos os dias. Tudo para fazer um país melhor.
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